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terça-feira, 9 de agosto de 2011


Desenvolvimento

Como o próprio nome diz, o desenvolvimento é a parte mais extensa e consistente do trabalho. Nele são expostas as principais idéias sobre o assunto, além dos aspectos metodológicos empregados, resultados e interpretação do estudo.
Como nas demais partes que compõem o trabalho, o desenvolvimento deve ter objetividade, clareza e precisão e sua exposição pressupõe o atendimento de três fatores essenciais para o texto de caráter científico: explicação, discussão e demonstração.
A decisão pela divisão dos capítulos deverá ser norteada pela construção racional do argumento científico de modo a tornar evidente o que está implícito, obscuro ou complexo, descrevendo, classificando e definindo a temática e comparando as várias posturas ideológicas que se contrapõem.
Da mesma forma que na introdução, os elementos que fazem parte do desenvolvimento do trabalho podem ser alterados em função da natureza do mesmo e da área de conhecimento sob investigação. Entretanto, as partes essenciais que integram esta etapa do trabalho são: a fundamentação teórica (revisão bibliográfica); a descrição metodológica; a apresentação, análise e interpretação dos resultados.
O desenvolvimento deve ser dividido em tantas seções e subseções quantas forem necessárias para o detalhamento da pesquisa e/ou estudo realizado. As descrições apresentadas devem ser suficientes para permitir a compreensão das etapas da pesquisa; contudo, minúcias de provas matemáticas ou procedimentos experimentais, se forem essenciais para a compreensão dos resultados, devem constituir-se em apêndice.
Todas as ilustrações ou quadros. essenciais à compreensão do texto, devem ser incluídas o mais próximo da parte do texto onde é citada, salvo quando, por motivos de dimensão, isto não é possível.

Fonte:

BARBALHO, Célia Regina Simonetti. Guia para normalização de relatórios técnicos científicos/ Célia Regina Simonetti Barbalho; Suely Oliveira Moraes. Manaus:  EdUA, 2003.103 p.; il.
Moraes, Suely Oliveira II. Título. Documentação – Normalização 2. Normalização de trabalhos – Guia I. 
 Trata-se da apresentação geral do trabalho, fornecendo uma visão global do assunto tratado (contextualização), com uma definição clara, concisa e objetiva do tema e a delimitação precisa das fronteiras de estudo em relação ao campo selecionado, isto é, do problema a ser estudado. Deve esclarecer aspectos do assunto a ser desenvolvido sem, entretanto, antecipar resultados. Na introdução também são descritos os objetivos do trabalho e a justificativa/relevância do estudo.
            Máttar Neto (2002, p. 169-170), ao discutir a função da introdução destaca que ela deve indicar por que, como e para que o texto foi escrito, sendo composta das seguintes partes:
  • tema e problema, com o proposto de delimitar o assunto que está em discussão e indicar o ponto de vista que será enfocado;
  • inserção do tema ou problema no âmbito da literatura existente, incluindo as deficiências identificadas, situando o tema no conjunto dos conhecimentos já desenvolvidos anteriormente por diferentes autores, destacando alguns trabalhos que foram essenciais para a pesquisa;
  • objetivos, geral e específico, apontando, o primeiro, o propósito maior do trabalho; o resultado final a ser alcançado e o segundo, de caráter mais concreto e experimental, especificando as etapas cumpridas para alcançar a resposta as seguintes indagações “para que?” e “para quem?”. Devem ser redigidos com o verbo no infinitivo sendo sugerida a consulta aos verbos correspondentes aos níveis sucessivos do domínio cognitivo (Anexo 1);
  • hipótese do trabalho visando apontar uma ou mais questões sobre o tema em estudo que serão respondidas durante o desenvolvimento do trabalho e retomadas na conclusão;
  • percurso da pesquisa discorrendo seu impulso inicial, os principais acontecimentos que determinaram sua direção, suas etapas.
  • metodologia da pesquisa arrolando os caminhos adotados para o desenvolvimento da pesquisa;
  • justificativa, que além de revelar as razões da escolha do assunto, também deve explicar que contribuições o trabalho pode oferecer, tanto em termos teóricos quanto práticos, demonstrando a importância do estudo da temática;
  • definição de termos importantes ou neologismos, que serão adotados no decorrer do trabalho;
  • estrutura, anunciando as partes em que o trabalho se encontra dividido.
Fonte:

BARBALHO, Célia Regina Simonetti. Guia para normalização de relatórios técnicos científicos/ Célia Regina Simonetti Barbalho; Suely Oliveira Moraes. Manaus:  EdUA, 2003.103 p.; il.
Moraes, Suely Oliveira II. Título. Documentação – Normalização 2. Normalização de trabalhos – Guia I. 

Elementos Textuais de Um RCC


ELEMENTOS TEXTUAIS

 Os elementos textuais são constituídos pela parte do trabalho dissertativo onde o autor desenvolve o conteúdo do que está sendo abordado, construindo sua argumentação de modo a conduzir o leitor para o entendimento daquilo que está a afirmar.
A redação científica apresenta algumas características que a diferenciam de todos os outros tipos de redação. Possui uma formalidade facilmente perceptível, referendada pela utilização do argumento da autoridade. Cada informação importante deve ser validada e confirmada por uma autoridade no assunto, sendo essa a razão pela qual os textos científicos têm tantas citações. O texto deve ser redigido em linguagem impessoal, claro e conciso, sendo recomendado o uso na terceira pessoa do singular e verbo na voz passiva. Pode ser dividido em capítulos ou seções e subseções, sendo que cada capítulo deve iniciar em folha própria.
Conforme o tipo de trabalho, área de conhecimento ou metodologia adotada, o texto é organizado de maneira distinta, mas sua estrutura básica normalmente abrange introdução, a fundamentação teórica (incluindo revisão bibliográfica e referencial teórico), descrição metodológica, apresentação, análise e interpretação dos resultados e conclusões, não necessariamente com esta divisão, mas nesta seqüência.
Um relatório de iniciação científica deve adotar a mesma formatação de conteúdo de um trabalho de natureza semelhante, porém é fundamental a compreensão de que se trata da formação de um discente de graduação que está sendo inserido no contexto do fazer científico, aprendendo a produzir conhecimento. Deste modo, os relatórios deverão conter, como elementos textuais: introdução, desenvolvimento que apresentará a revisão de literatura, a descrição dos caminhos metodológicos adotados, bem como os resultados e as conclusões e recomendações.
A formatação integral dos elementos textuais integra a subseção Aspectos Gráficos deste Guia.

Fonte:

BARBALHO, Célia Regina Simonetti. Guia para normalização de relatórios técnicos científicos/ Célia Regina Simonetti Barbalho; Suely Oliveira Moraes. Manaus:  EdUA, 2003.103 p.; il.

Moraes, Suely Oliveira II. Título. Documentação – Normalização 2. Normalização de trabalhos – Guia I. 

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Quem dançou no FIM? - Quem foi Demitido?

Super Sincero e a Ética Profissional

Ética e Moral - Qual a diferença?



DEFININDO ÉTICA:
Para melhor se interpretar o significado da palavra “Ética” deve-se observar em primeiro lugar sua origem grega da palavra “ethos” que significa modo de ser. Ética, segundo Motta (1984) é um “conjunto de valores que orientam o comportamento do homem em relação aos outros homens na sociedade em que vive, garantindo, igualmente, o bem-estar social”, diante desta afirmação compreendemos que “Ética” é a forma de comportamento que um indivíduo deve realizar para atender ao equilíbrio do meio social em que ele interage. “ética”, é aplicada a todos indistintamente a um tipo cultura e grupo específico, é geral e regulamenta de forma indireta a sociedade.
ÉTICA E MORAL:
Para melhor compreender o que é “Ética”, realizar uma comparação é muito necessária. Diferenciar “Ética” de “Moral”. Diferente da palavra “Ética”, a “Moral” tem sua origem do latim, “mores”, que significa costumes. Moral é um conjunto de normas que atuam sobre o comportamento do homem em sociedade, adquiridas pela tradição e cultura, desenvolvida no cotidiano de uma sociedade específica. Durkheim define ”Moral” como à “ciência dos costumes”, sendo algo anterior a própria criação das cidades, das sociedades, existente ainda quando o ser humano era nômade, essencial para a manutenção direta de grupos distintos e específicos.
A Ética segundo Sócrates, investiga e explica as normas morais, levam o homem a agir não só por tradição, educação ou hábito, mas principalmente por convicção e inteligência. Vásquez (1998) aponta que a Ética é teórica e reflexiva, enquanto a Moral é eminentemente prática. Uma completa a outra, havendo um inter-relacionamento entre ambas, pois na ação humana, o conhecer e o agir são indissociáveis.

Ética e Moral - Qual a diferença?


domingo, 31 de julho de 2011

INTRODUÇÃO A MODERNA GESTÃO DE PESSOAS CHIAVENATO, Idalberto.


INTRODUÇÃO A MODERNA GESTÃO DE PESSOAS
CHIAVENATO, Idalberto.

Introdução à moderna gestão de pessoas. O novo papel dos recursos humanos nas organizações. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1999. 3.25 p “As pessoas constituem o mais importante ativo das organizações. O contexto da Gestão de Pessoas é representado pela intima interdependência das organizações e das pessoas.” O contexto da Gestão e Pessoas é representado por pessoas e organizações, se de um lado temos as organizações que precisam das pessoas pra alcançar resultados, do outro temos as pessoas que precisam das organizações para alcançar seus objetivos, da junção temos a moderna Gestão de pessoas. Temos que observar, no entanto que isso depende de varias questões, tais como, a cultura da organização, o ramo de atividade, e tantos outros. Na 
atualidade, todos os processos produtivos se baseiam na parceria, onde cada parte contribuirá com seu recurso. Os empregados podem ser vistos como parte produtiva. 

Em algumas organizações as pessoas são vistas como geradores de conhecimento, são vistas como parceiros. As pessoas passaram a ser vistas como seres humanos com um histórico, não mais apenas como força geradora de lucros, são vistas mais como partes inteligentes para gerir conhecimentos, incentivadas a se dedicarem, a terem responsabilidade e comprometimento, com as organizações, saem da inércia para fazerem parte da reciprocidade, onde todos ganham. A ARH deve contribuir para eficácia das organizações, conhecendo seu ramo de negócio, para ajudá-la a cumprir suas metas, proporcionando competitividade à organização, valorizando as habilidades de seus colaboradores, incentivando-os as terem compromisso e respeito com a organização, e também de forma contrária, dando a seus colaboradores em troca, visto que essa parceria funciona com trocas, as pessoas precisam devem perceber que estão sendo valorizadas. As mudanças não devem ser impostas, mais trabalhadas, levando-se em consideração, o mercado, o produto, o ambiente da organização, e o comprometimento de todos dentro da mesma. 
O processo de Gestão de Pessoas consiste em várias atividades, tais como: Descrição e analise de cargos, planejamento de RH, recrutamento, seleção, orientação, avaliação do desempenho, remuneração, treinamento e desenvolvimento, relações sindicais, segurança, saúde, bem estar, etc. A ARH refere-se às políticas e práticas necessárias para se administrar o trabalho das pessoas. Basicamente: Agregar pessoas, ou seja, inseri-las no processo. Aplicar pessoas – orientar e acompanhar as pessoas, avaliando seu desempenho.Recompensar as pessoas - Salários, prêmios, benefícios e serviços sociais;Desenvolver pessoas – Treinamentos Manter pessoas – dar suporte para que as pessoas se sintam bem dentro da organização Monitorar pessoas – acompanhar e controlar as atividades das pessoas.

Esses processos são dependentes um do outro, e devem ser geridos de forma a se complementarem. A ênfase hoje está em praticas de organização onde se juntam forças para se chegar ao resultado esperado por todos:Pessoas e organizações, funcionando como uma equipe. O conhecimento e o potencial humano serão a grande arma para se manter no mercado. As empresas que já estão praticando ou adequando a Gestão de Pessoas, de maneira tanto horizontal como vertical, onde todos os colaboradores (fornecedores, clientes, funcionários) são vistos como parceiro tem mais chances de se manter no mercado, alcançar seus objetivos e metas.

Fonte: Escrito por Cláudia Cristina A S. http://www.sosestudante.com/administracao/introducao-a-moderna-gestao-de-pessoas.html

FOTOS DOS ALUNOS ICE 2011